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sábado, 14 de junho de 2008

Pirâmide de Kukulkan

Pirâmide localizada no México, traz muitas curiosidades.
Quando se bate palma em frente à ela, o eco que se ouve é diferente. É como o barulho que um pássaro, conhecido como Quetzal, faz.

Um Quetzal
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O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). A civilização maia foi uma cultura mesoamaericana pré-clombiana, com uma rica história de 3000 anos.

A arquitetura maia abarca vários milênios; ainda assim, mais dramática e facilmente reconhecíveis como maias são as fantásticas pirâmides escalonadas do final do período pré-clássico em diante. Durante este período da cultura maia, os centros de poder religioso, comercial e burocrático cresceram para se tornarem incríveis cidades como Chizen Itzá (onde está localizada a pirâmide de Kukulkan), Tikal e Uxmal. Devido às suas muitas semelhanças assim como diferenças estilísticas, os restos da arquitetura maia são uma chave importante para o entendimento da evolução de sua antiga civilização.

Pirâmide de Kukulkan
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Os maias (ou seus predecessores olmecas) desenvolveram independentemente o conceito de zero (de fato, parece que estiveram usando o conceito muitos séculos antes do velho mundo), e usavam um sistema de numeração de base 20.

As inscrições nos mostram, em certas ocasiões, que trabalhavam com somas de até centena de milhões. Produziram observações astronômicas extremamente precisas; seus diagramas dos movimentos da Lua e dos planetas se não são iguais, são superiores aos de qualquer outra civilização que tenha trabalhado sem instrumentos óticos. Ao encontro desta civilização com os conquistadores espanhóis, o sistema de calendário dos maias já era estável e preciso, notavelmente superior ao calendário gregoriano, muitas vezes reformado depois disto.

Números maias
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Outra curiosidade é que nos dias dos equinócios de primavera e de outono, o próprio deus Kukulkan se fazia visível por um instante, sob a forma de uma cobra. Seu surgimento era o ponto alto de complexos e sangrentos rituais que os sacerdotes conduziam entre os séculos 10 e 13 d.C. na cidade de Chichén Itzá, com o objetivo de agradecer o auxílio do deus ou de pedir sua proteção para campanhas militares. Hoje a civilização maia desapareceu, mas Kukulkan continua visitando Chichén Itzá. E não há nada de sobrenatural. No momento do equinócio, a luz do Sol incide sobre a balaustrada da principal escadaria de um templo em forma de pirâmide dedicado ao deus. O ângulo dos raios solares faz com que se projetem sobre a face sul do templo as sombras contíguas de sete triângulos isósceles, e o resultado é uma única sombra contígua com 33 m de extensão, que se liga a uma cabeça de cobra esculpida em pedra.



Atualmente existem tribos de língua maia com cerca de 2 milhões de indivíduos estabelecidos na Guatemala, em Hondura e em alguns Estados do Méxco Meridional. Conservam sua língua e costumes, além das características físicas, sendo pessoas de baixa estatura, braços compridos, mãos e pés pequenos e cabelos negros e lisos.


Dica: visualize o vídeo abaixo para escutar o eco diferente das pirâmides de Kukulkan
:


http://video.discoverybrasil.com/services/link/bcpid1439819743/bclid1463262312/bctid1473689259

Esse artigo vai em homenagem ao dia do paleontólogo (15 de junho), que se dedica a descobrir janelas para o passado e desvendá-lo.

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