Uma nova medida para a sustentabilidade agricola: o zoneamento. O zoneamento agrícola de risco climático divulgado pelo MAPA é um instrumento de política agrícola e gestão de riscos na agricultura, que está sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário, subordinada ao Departamento de Gestão de Risco Rural, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento - MAPA.Iniciado na safra de 1996, esse zoneamento vem sendo gradativamente ampliado eutilizado em larga escala no País, consolidando-se como ferramenta técnico-científica de auxílio à gestão de riscos climáticos na agricultura.Diferentemente de outros zoneamentos existentes, que foram elaborados com basenos conceitos de potencialidade e aptidão, para o zoneamento agrícola de risco climático,além das variáveis analisadas (solo, clima e planta), aplicam-se funções matemáticas e estatísticas (freqüencistas e probabilísticas) com o objetivo de quantificar o risco de perda das lavouras devido à ocorrência de eventos climáticos adversos, principalmente a seca.Com isso, identifica-se para cada município, a melhor época de plantio das culturas nos diferentes tipos de solo e ciclos dos cultivares. Além disso, é de fácil entendimento e adoção pelos produtores rurais, extensionistas, agentes financeiros, seguradoras e demais usuários.Essa ferramenta técnico-científica, resultante do trabalho de equipe técnica multidisciplinar de especialistas, utiliza metodologia desenvolvida pelas diversas instituições federais e estaduais de pesquisa agrícola, como a Embrapa, o IAPAR, a Epagri, o IAC, Fundações e Universidades, visando indicar datas ou períodos otimizados de plantio por município, correlacionados ao ciclo da cultura e ao tipo de solo, de modo a minimizar a chance de que adversidades climáticas coincidam com a fase mais sensível das culturas. Esse trabalho é revisado anualmente e divulgado pelo MAPA em portarias publicadas no Diário Oficial da União a cada ano-safra e por estado da federação, servindo de orientação para o crédito de custeio agrícola oficial, bem como o enquadramento no seguro rural privado e público (PROAGRO). Por ser um pacote tecnológico de gestão de riscos climáticos, as portarias que divulgam zoneamento agrícola de risco climático também indicam anualmente as cultivares adaptadas às diversas regiões e que possuem disponibilidade de sementes certificadas, de acordo com informações encaminhadas pelos produtores de sementes (obtentores ou mantenedores) à Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário. Para indicação no zoneamento, é necessário que as cultivares estejam devidamente registradas no Registro Nacional de Cultivares - RNC do MAPA. As informações do zoneamento agrícola de risco climático são divulgadas na forma de portarias publicadas no Diário Oficial da União e também por meio eletrônico, através da rede mundial de computadores, no agricultura.gov.br , na área de "Serviços", e pelo envio por e-mail para Bancos, Seguradoras, Cooperativas, Secretarias de Agricultura, produtores rurais e demais usuários. Na safra 2005/2006, o zoneamento agrícola será ampliado, abrangendo novas culturas, como banana, café, caju, cevada, mandioca, mamona e uva.
Vale a pena ler a respieto do assunto, que merece ser discutido pela população e comunidade científica geral.
Será uma garantia de salvar ao menos um poucodo meio ambiente ou estaremos condenando-o?
Por enquanto, o zoneamento não é lei, é apenas um guia para os agricultores, e pode ou não ser seguido.
Precisamos discutir e incentivar a pesquisa a respeito desse assunto.
Abaixo algumas informações retiradas do site: http://www.agricultura.gov.br/portal/page?_pageid=33,1007023&_dad=portal&_schema=PORTAL
O que é Zoneamento Agrícola de Risco Climático?
domingo, 14 de setembro de 2008
Zoneamento Agricola
quinta-feira, 24 de julho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Pirâmide de Kukulkan
Pirâmide localizada no México, traz muitas curiosidades.
Quando se bate palma em frente à ela, o eco que se ouve é diferente. É como o barulho que um pássaro, conhecido como Quetzal, faz.
O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). A civilização maia foi uma cultura mesoamaericana pré-clombiana, com uma rica história de 3000 anos.
A arquitetura maia abarca vários milênios; ainda assim, mais dramática e facilmente reconhecíveis como maias são as fantásticas pirâmides escalonadas do final do período pré-clássico em diante. Durante este período da cultura maia, os centros de poder religioso, comercial e burocrático cresceram para se tornarem incríveis cidades como Chizen Itzá (onde está localizada a pirâmide de Kukulkan), Tikal e Uxmal. Devido às suas muitas semelhanças assim como diferenças estilísticas, os restos da arquitetura maia são uma chave importante para o entendimento da evolução de sua antiga civilização.
Os maias (ou seus predecessores olmecas) desenvolveram independentemente o conceito de zero (de fato, parece que estiveram usando o conceito muitos séculos antes do velho mundo), e usavam um sistema de numeração de base 20.
As inscrições nos mostram, em certas ocasiões, que trabalhavam com somas de até centena de milhões. Produziram observações astronômicas extremamente precisas; seus diagramas dos movimentos da Lua e dos planetas se não são iguais, são superiores aos de qualquer outra civilização que tenha trabalhado sem instrumentos óticos. Ao encontro desta civilização com os conquistadores espanhóis, o sistema de calendário dos maias já era estável e preciso, notavelmente superior ao calendário gregoriano, muitas vezes reformado depois disto.
(clique na imagem para ampliar)
Outra curiosidade é que nos dias dos equinócios de primavera e de outono, o próprio deus Kukulkan se fazia visível por um instante, sob a forma de uma cobra. Seu surgimento era o ponto alto de complexos e sangrentos rituais que os sacerdotes conduziam entre os séculos 10 e 13 d.C. na cidade de Chichén Itzá, com o objetivo de agradecer o auxílio do deus ou de pedir sua proteção para campanhas militares. Hoje a civilização maia desapareceu, mas Kukulkan continua visitando Chichén Itzá. E não há nada de sobrenatural. No momento do equinócio, a luz do Sol incide sobre a balaustrada da principal escadaria de um templo em forma de pirâmide dedicado ao deus. O ângulo dos raios solares faz com que se projetem sobre a face sul do templo as sombras contíguas de sete triângulos isósceles, e o resultado é uma única sombra contígua com 33 m de extensão, que se liga a uma cabeça de cobra esculpida em pedra.

Atualmente existem tribos de língua maia com cerca de 2 milhões de indivíduos estabelecidos na Guatemala, em Hondura e em alguns Estados do Méxco Meridional. Conservam sua língua e costumes, além das características físicas, sendo pessoas de baixa estatura, braços compridos, mãos e pés pequenos e cabelos negros e lisos.
Dica: visualize o vídeo abaixo para escutar o eco diferente das pirâmides de Kukulkan:
http://video.discoverybrasil.com/services/link/bcpid1439819743/bclid1463262312/bctid1473689259
Esse artigo vai em homenagem ao dia do paleontólogo (15 de junho), que se dedica a descobrir janelas para o passado e desvendá-lo.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Hoje, 5 de Junho, é o Dia Internacional do Meio-Ambiente. Por falta de tempo. Nenhum dos colaboradores do blog pôde postar algo equivalente à importância do dia.
Então, deixo aqui alguns sites de ONG´s pouco conhecidas que lutam incessantemente para tentar salvar o nosso planeta das mãos de pessoas que não ligam para mais nada além do dinheiro em sua conta bancária. Nem que pra isso o mundo se esfacele.
Aqui vai:
http://www.seashepherd.org.br/noticias.php
http://www.earthliberationfront.com/elf_news.htm (não chega a ser ONG, é um grupo sem um líder, sem sede, que pratica ação direta)
http://www.earthfirst.org/
terça-feira, 3 de junho de 2008
Circo com animais em Campo Grande (MS) nunca mais!

Foi aprovado hoje o projeto de lei proibindo a expedição de licença e alvarás para circos que utilizem animais em Campo Grande (MS). Um conquista que veio depois de protestos, conscientização pública, busca de apoio e divulgação. Um exemplo que serve como também como incentivo para novas lutas, pois fica provado que não se deve deixar de lutar por aquilo que é certo.
A problemática dos animais nos circos vem comovendo e estimulando a luta pelos direitos dos animais. Para realizar as acrobacias os animais são submetidos a maus tratos desde a captura, ainda filhotes. Elefantes são açoitados e acorrentados, felinos têm as presas arrancadas sem anestesia, ursos tem as patas queimadas para ficarem "em pé", macacos, cachorros, pombos, coelhos, cavalos, todos são submetidos a pauladas. Tratamento de dor. Tratamento de choque.


O comportamento do animal é totalmente modificado. São retirados de seu habitat natural (alguém já viu elefante no cerrado brasileiro?), enjaulados e viajam durante dias. Sofrem uma mudança climática brusca. Muitas vezes ficam sem comida e água. Muitos não resistem e morrem alí mesmo. A maioria dos circos não possuem veterinários.
Outro problema: quando o animal deixa de ser útil ao circo, por velhice, doença, fraqueza, ele é simplesmente abandonado em terrenos baldios ou nas estradas.
Muitos circos compram animais domésticos, ou pegam animais abandonados (cães, gatos) para alimentar os carnívoros.
Quando um animal consegue fugir, sem rumo, não há quem consiga pará-lo. Depois das torturas e do pânico, a fúria acumulada durante todo o tempo de enclausuramento, é liberta de uma hora para outra. Muitas vezes os animais capturados são mortos.

O circo ensina as crianças a rirem da dignidade perdida dos animais.
(Olegário Schmitt)
Valorize o artista! Circos sem animais são mais criativos e instigam a platéia. Os artista sem empenham e conseguem o reconhecimento de seu trabalho. Pessoas precisam de emprego. Animais não merecem serem maltratados. Valorize o mágico, o malabarista, o palhaço, o trapezista. Maus tratos não é diversão.
Campo Grande entra para a lista da cidades que não permitem animais maltratados nos circos!
Vamos lutar agora para uma lei federal. Circo Legal, Não Tem Animal!!!
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Manifesto pelo fim da ala de animais do Mercado Central de Belo Horizonte
Mercado Central de Belo Horizonte. Importante ponto turístico da cidade. Variadas opções de alimentação, belíssimos artesanatos, comércio de utilidades, entre outros. Sem dúvida um excelente local para um programa com amigos e com a família. Mas existe um porém. Um porém que consegue, por si só, colocar em xeque a reputação do Mercado Central. Estamos falando da asquerosa ala de animais que se encontra dentro do mercado. Vozes chorosas clamando por socorro, olhos tristes pedindo por clemência são o que se vê por lá todos os dias. Ficar indiferente com tamanha injustiça é renegar toda a capacidade humana de sentir compaixão e respeito para com os outros seres à sua volta. E então, qual outra forma senão a ação popular para conseguirmos liberdade à alguém que a teve retirada desde seu nascimento?
Não existe dignidade em viver dentro de uma gaiola abarrotada sem poder ao menos mover um músculo sequer. E é justamente isso o que acontece dentro da ala de animais do Mercado Central. Animais são simplesmente enfiados dentro de minúsculas jaulas e obrigados a viverem ali durante toda a sua vida (sobre)vivendo com o mínimo necessário para sua subsistência. Não há respeito aos direitos animais em um local – referindo-se à ala de animais – em que a liberdade natural de cada ser é violada escancaradamente no momento do encarceramento de criaturas inocentes. A vida não pode ser vendida. O direito à liberdade não pode ser abjurado assim.
Para os exploradores animais, o lucro sempre vem primeiro que o respeito e a dignidade. Para eles, dinheiro no bolso vale mais que um pássaro voando no céu, mais do que um cachorro correndo solto em um campo, sentindo suas unhas tocarem o solo fresco, mais do que a necessidade básica de poder ir e vir de cada ser terráqueo. Não há trabalho íntegro em que a fonte de renda seja fruto da exploração e escravidão de outrem.
Como se não bastasse escravizar animais a seu bel-prazer, eles – os esclavagistas – ainda violam normas sanitárias ao deixarem animais expostos à venda em um ambiente em que se vende, também, comida. As partículas de fezes e urina provenientes dos animais enjaulados irão parar, inevitavelmente, nos lanches expostos nas proximidades da ala de animais. Isso também é uma falta de respeito com você, consumidor. Não deixe seus direitos serem esquecidos também. Ajude-nos em nossa causa.
Você não precisa recorrer ao comércio imoral de animais para ter um eterno amigo ao seu lado. Existem inúmeras ONGs e ativistas independentes de proteção animal espalhadas por BH. Essas pessoas recolhem animais de rua, na maioria das vezes, machucados e doentes, tratam desses animais e os colocam para adoção. Ninguém precisa comprar um companheiro com tantos outros jogados na rua necessitando de um lar e carinho.
Pedimos a sua colaboração em nossa luta em prol da liberdade animal. Assine nosso abaixo assinado para termos força em nossa reivindicação por um projeto de lei que dê um fim no setor de venda de animais do Mercado Central. Divulgue nossa luta o máximo que puder. Conte para amigos e para sua família, pois é sempre bom termos mais um com a gente. E, principalmente, boicote a venda de animais do Mercado. Parando de comprar, eles irão deixar de vender e deixando de vender, milhares de indivíduos deixarão de virem ao mundo para serem meros produtos, uma simples mercadoria com um preço que não chega nem perto do valor da liberdade.
P.S.: As fotos acima foram tirada no dia da manifestação, dia 1º de Junho às 9:30 da manhã, em frente ao Mercado Central.
Situação da Água no Brasil
Clique na imagem para ampliar
Preocupante?
Que tal rever seus hábitos e modificá-los para que tenhamos um futuro, acima de tudo, saudável?







