Uma nova medida para a sustentabilidade agricola: o zoneamento. O zoneamento agrícola de risco climático divulgado pelo MAPA é um instrumento de política agrícola e gestão de riscos na agricultura, que está sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário, subordinada ao Departamento de Gestão de Risco Rural, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento - MAPA.Iniciado na safra de 1996, esse zoneamento vem sendo gradativamente ampliado eutilizado em larga escala no País, consolidando-se como ferramenta técnico-científica de auxílio à gestão de riscos climáticos na agricultura.Diferentemente de outros zoneamentos existentes, que foram elaborados com basenos conceitos de potencialidade e aptidão, para o zoneamento agrícola de risco climático,além das variáveis analisadas (solo, clima e planta), aplicam-se funções matemáticas e estatísticas (freqüencistas e probabilísticas) com o objetivo de quantificar o risco de perda das lavouras devido à ocorrência de eventos climáticos adversos, principalmente a seca.Com isso, identifica-se para cada município, a melhor época de plantio das culturas nos diferentes tipos de solo e ciclos dos cultivares. Além disso, é de fácil entendimento e adoção pelos produtores rurais, extensionistas, agentes financeiros, seguradoras e demais usuários.Essa ferramenta técnico-científica, resultante do trabalho de equipe técnica multidisciplinar de especialistas, utiliza metodologia desenvolvida pelas diversas instituições federais e estaduais de pesquisa agrícola, como a Embrapa, o IAPAR, a Epagri, o IAC, Fundações e Universidades, visando indicar datas ou períodos otimizados de plantio por município, correlacionados ao ciclo da cultura e ao tipo de solo, de modo a minimizar a chance de que adversidades climáticas coincidam com a fase mais sensível das culturas. Esse trabalho é revisado anualmente e divulgado pelo MAPA em portarias publicadas no Diário Oficial da União a cada ano-safra e por estado da federação, servindo de orientação para o crédito de custeio agrícola oficial, bem como o enquadramento no seguro rural privado e público (PROAGRO). Por ser um pacote tecnológico de gestão de riscos climáticos, as portarias que divulgam zoneamento agrícola de risco climático também indicam anualmente as cultivares adaptadas às diversas regiões e que possuem disponibilidade de sementes certificadas, de acordo com informações encaminhadas pelos produtores de sementes (obtentores ou mantenedores) à Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário. Para indicação no zoneamento, é necessário que as cultivares estejam devidamente registradas no Registro Nacional de Cultivares - RNC do MAPA. As informações do zoneamento agrícola de risco climático são divulgadas na forma de portarias publicadas no Diário Oficial da União e também por meio eletrônico, através da rede mundial de computadores, no agricultura.gov.br , na área de "Serviços", e pelo envio por e-mail para Bancos, Seguradoras, Cooperativas, Secretarias de Agricultura, produtores rurais e demais usuários. Na safra 2005/2006, o zoneamento agrícola será ampliado, abrangendo novas culturas, como banana, café, caju, cevada, mandioca, mamona e uva.
Vale a pena ler a respieto do assunto, que merece ser discutido pela população e comunidade científica geral.
Será uma garantia de salvar ao menos um poucodo meio ambiente ou estaremos condenando-o?
Por enquanto, o zoneamento não é lei, é apenas um guia para os agricultores, e pode ou não ser seguido.
Precisamos discutir e incentivar a pesquisa a respeito desse assunto.
Abaixo algumas informações retiradas do site: http://www.agricultura.gov.br/portal/page?_pageid=33,1007023&_dad=portal&_schema=PORTAL
O que é Zoneamento Agrícola de Risco Climático?
domingo, 14 de setembro de 2008
Zoneamento Agricola
quinta-feira, 24 de julho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Pirâmide de Kukulkan
Pirâmide localizada no México, traz muitas curiosidades.
Quando se bate palma em frente à ela, o eco que se ouve é diferente. É como o barulho que um pássaro, conhecido como Quetzal, faz.
O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). A civilização maia foi uma cultura mesoamaericana pré-clombiana, com uma rica história de 3000 anos.
A arquitetura maia abarca vários milênios; ainda assim, mais dramática e facilmente reconhecíveis como maias são as fantásticas pirâmides escalonadas do final do período pré-clássico em diante. Durante este período da cultura maia, os centros de poder religioso, comercial e burocrático cresceram para se tornarem incríveis cidades como Chizen Itzá (onde está localizada a pirâmide de Kukulkan), Tikal e Uxmal. Devido às suas muitas semelhanças assim como diferenças estilísticas, os restos da arquitetura maia são uma chave importante para o entendimento da evolução de sua antiga civilização.
Os maias (ou seus predecessores olmecas) desenvolveram independentemente o conceito de zero (de fato, parece que estiveram usando o conceito muitos séculos antes do velho mundo), e usavam um sistema de numeração de base 20.
As inscrições nos mostram, em certas ocasiões, que trabalhavam com somas de até centena de milhões. Produziram observações astronômicas extremamente precisas; seus diagramas dos movimentos da Lua e dos planetas se não são iguais, são superiores aos de qualquer outra civilização que tenha trabalhado sem instrumentos óticos. Ao encontro desta civilização com os conquistadores espanhóis, o sistema de calendário dos maias já era estável e preciso, notavelmente superior ao calendário gregoriano, muitas vezes reformado depois disto.
(clique na imagem para ampliar)
Outra curiosidade é que nos dias dos equinócios de primavera e de outono, o próprio deus Kukulkan se fazia visível por um instante, sob a forma de uma cobra. Seu surgimento era o ponto alto de complexos e sangrentos rituais que os sacerdotes conduziam entre os séculos 10 e 13 d.C. na cidade de Chichén Itzá, com o objetivo de agradecer o auxílio do deus ou de pedir sua proteção para campanhas militares. Hoje a civilização maia desapareceu, mas Kukulkan continua visitando Chichén Itzá. E não há nada de sobrenatural. No momento do equinócio, a luz do Sol incide sobre a balaustrada da principal escadaria de um templo em forma de pirâmide dedicado ao deus. O ângulo dos raios solares faz com que se projetem sobre a face sul do templo as sombras contíguas de sete triângulos isósceles, e o resultado é uma única sombra contígua com 33 m de extensão, que se liga a uma cabeça de cobra esculpida em pedra.

Atualmente existem tribos de língua maia com cerca de 2 milhões de indivíduos estabelecidos na Guatemala, em Hondura e em alguns Estados do Méxco Meridional. Conservam sua língua e costumes, além das características físicas, sendo pessoas de baixa estatura, braços compridos, mãos e pés pequenos e cabelos negros e lisos.
Dica: visualize o vídeo abaixo para escutar o eco diferente das pirâmides de Kukulkan:
http://video.discoverybrasil.com/services/link/bcpid1439819743/bclid1463262312/bctid1473689259
Esse artigo vai em homenagem ao dia do paleontólogo (15 de junho), que se dedica a descobrir janelas para o passado e desvendá-lo.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Hoje, 5 de Junho, é o Dia Internacional do Meio-Ambiente. Por falta de tempo. Nenhum dos colaboradores do blog pôde postar algo equivalente à importância do dia.
Então, deixo aqui alguns sites de ONG´s pouco conhecidas que lutam incessantemente para tentar salvar o nosso planeta das mãos de pessoas que não ligam para mais nada além do dinheiro em sua conta bancária. Nem que pra isso o mundo se esfacele.
Aqui vai:
http://www.seashepherd.org.br/noticias.php
http://www.earthliberationfront.com/elf_news.htm (não chega a ser ONG, é um grupo sem um líder, sem sede, que pratica ação direta)
http://www.earthfirst.org/
terça-feira, 3 de junho de 2008
Circo com animais em Campo Grande (MS) nunca mais!

Foi aprovado hoje o projeto de lei proibindo a expedição de licença e alvarás para circos que utilizem animais em Campo Grande (MS). Um conquista que veio depois de protestos, conscientização pública, busca de apoio e divulgação. Um exemplo que serve como também como incentivo para novas lutas, pois fica provado que não se deve deixar de lutar por aquilo que é certo.
A problemática dos animais nos circos vem comovendo e estimulando a luta pelos direitos dos animais. Para realizar as acrobacias os animais são submetidos a maus tratos desde a captura, ainda filhotes. Elefantes são açoitados e acorrentados, felinos têm as presas arrancadas sem anestesia, ursos tem as patas queimadas para ficarem "em pé", macacos, cachorros, pombos, coelhos, cavalos, todos são submetidos a pauladas. Tratamento de dor. Tratamento de choque.


O comportamento do animal é totalmente modificado. São retirados de seu habitat natural (alguém já viu elefante no cerrado brasileiro?), enjaulados e viajam durante dias. Sofrem uma mudança climática brusca. Muitas vezes ficam sem comida e água. Muitos não resistem e morrem alí mesmo. A maioria dos circos não possuem veterinários.
Outro problema: quando o animal deixa de ser útil ao circo, por velhice, doença, fraqueza, ele é simplesmente abandonado em terrenos baldios ou nas estradas.
Muitos circos compram animais domésticos, ou pegam animais abandonados (cães, gatos) para alimentar os carnívoros.
Quando um animal consegue fugir, sem rumo, não há quem consiga pará-lo. Depois das torturas e do pânico, a fúria acumulada durante todo o tempo de enclausuramento, é liberta de uma hora para outra. Muitas vezes os animais capturados são mortos.

O circo ensina as crianças a rirem da dignidade perdida dos animais.
(Olegário Schmitt)
Valorize o artista! Circos sem animais são mais criativos e instigam a platéia. Os artista sem empenham e conseguem o reconhecimento de seu trabalho. Pessoas precisam de emprego. Animais não merecem serem maltratados. Valorize o mágico, o malabarista, o palhaço, o trapezista. Maus tratos não é diversão.
Campo Grande entra para a lista da cidades que não permitem animais maltratados nos circos!
Vamos lutar agora para uma lei federal. Circo Legal, Não Tem Animal!!!
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Manifesto pelo fim da ala de animais do Mercado Central de Belo Horizonte
Mercado Central de Belo Horizonte. Importante ponto turístico da cidade. Variadas opções de alimentação, belíssimos artesanatos, comércio de utilidades, entre outros. Sem dúvida um excelente local para um programa com amigos e com a família. Mas existe um porém. Um porém que consegue, por si só, colocar em xeque a reputação do Mercado Central. Estamos falando da asquerosa ala de animais que se encontra dentro do mercado. Vozes chorosas clamando por socorro, olhos tristes pedindo por clemência são o que se vê por lá todos os dias. Ficar indiferente com tamanha injustiça é renegar toda a capacidade humana de sentir compaixão e respeito para com os outros seres à sua volta. E então, qual outra forma senão a ação popular para conseguirmos liberdade à alguém que a teve retirada desde seu nascimento?
Não existe dignidade em viver dentro de uma gaiola abarrotada sem poder ao menos mover um músculo sequer. E é justamente isso o que acontece dentro da ala de animais do Mercado Central. Animais são simplesmente enfiados dentro de minúsculas jaulas e obrigados a viverem ali durante toda a sua vida (sobre)vivendo com o mínimo necessário para sua subsistência. Não há respeito aos direitos animais em um local – referindo-se à ala de animais – em que a liberdade natural de cada ser é violada escancaradamente no momento do encarceramento de criaturas inocentes. A vida não pode ser vendida. O direito à liberdade não pode ser abjurado assim.
Para os exploradores animais, o lucro sempre vem primeiro que o respeito e a dignidade. Para eles, dinheiro no bolso vale mais que um pássaro voando no céu, mais do que um cachorro correndo solto em um campo, sentindo suas unhas tocarem o solo fresco, mais do que a necessidade básica de poder ir e vir de cada ser terráqueo. Não há trabalho íntegro em que a fonte de renda seja fruto da exploração e escravidão de outrem.
Como se não bastasse escravizar animais a seu bel-prazer, eles – os esclavagistas – ainda violam normas sanitárias ao deixarem animais expostos à venda em um ambiente em que se vende, também, comida. As partículas de fezes e urina provenientes dos animais enjaulados irão parar, inevitavelmente, nos lanches expostos nas proximidades da ala de animais. Isso também é uma falta de respeito com você, consumidor. Não deixe seus direitos serem esquecidos também. Ajude-nos em nossa causa.
Você não precisa recorrer ao comércio imoral de animais para ter um eterno amigo ao seu lado. Existem inúmeras ONGs e ativistas independentes de proteção animal espalhadas por BH. Essas pessoas recolhem animais de rua, na maioria das vezes, machucados e doentes, tratam desses animais e os colocam para adoção. Ninguém precisa comprar um companheiro com tantos outros jogados na rua necessitando de um lar e carinho.
Pedimos a sua colaboração em nossa luta em prol da liberdade animal. Assine nosso abaixo assinado para termos força em nossa reivindicação por um projeto de lei que dê um fim no setor de venda de animais do Mercado Central. Divulgue nossa luta o máximo que puder. Conte para amigos e para sua família, pois é sempre bom termos mais um com a gente. E, principalmente, boicote a venda de animais do Mercado. Parando de comprar, eles irão deixar de vender e deixando de vender, milhares de indivíduos deixarão de virem ao mundo para serem meros produtos, uma simples mercadoria com um preço que não chega nem perto do valor da liberdade.
P.S.: As fotos acima foram tirada no dia da manifestação, dia 1º de Junho às 9:30 da manhã, em frente ao Mercado Central.
Situação da Água no Brasil
Clique na imagem para ampliar
Preocupante?
Que tal rever seus hábitos e modificá-los para que tenhamos um futuro, acima de tudo, saudável?
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Como evitar o desperdício
Evite o desperdício de água!
Abaixo, algumas situações e soluções:
* Bacia Sanitária
No Brasil, cada bacia sanitária utiliza em média 12 litros de água tratada. O desperdício é agravado pelo grande número de bacias sanitárias antigas que apresentam alto consumo.
Solução: trocar as bacias sanitárias antigas por outras mais modernas.
* Vazamento em torneiras
Torneiras antigas e mal vedadas podem causar um desperdício de até 6500 litros de água por mês.
Solução: acabar com o pinga-pinga trocando a torneira por uma de melhor qualidade, fazendo a manutenção necessária.
* Chuveiro
Um banho de 15 minutos consome, com uma ducha de alta pressão, por volta de 135 litros de água.
Solução: Reduzir o tempo de chuveiro aberto, desligando-o quando estiver se ensaboando e retornando a liga-lo apenas quando for enxaguar-se.
* Escovando os dentes ou fazendo a barba
Se essas duas operações forem feitas em 5 minutos com a torneira aberta, o consumo pode chegar a 80 litros de água, o suficiente para uma pessoa beber por 40 dias.
Solução: manter a torneira fechada e só abrir quando necessário. Fazendo isso, o consumo cai para 2 litros. Uma economia de 78 litros.
*Lavando a calçada
Não há desperdício maior que lavar calçadas e quintais.
Solução: usar uma boa vassoura e balde.
* Lavando o carro
Lavar o carro durante 30 minutos, com abertura de meia volta na torneira, consome de 215 a 560 litros.
Solução: usar um balde de 10 litros para molhar o carro e mais três para enxaguar. Assim é possível lavar o carro com 40 litros de água, uma economia significativa.
Agora, é só colocar em prática e fazer disso seu hábito.
"Adquira bons costumes. Eles são tão difíceis de serem quebrados quanto os maus."
Baseado em: Guia Docol do Uso Racional da Água
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Para quem quer ser mais ecológico
- Algumas pessoas acreditam que o computador gasta muita energia para ser ligado. É mais econômico deixá-lo em estado de espera por algumas horas? O micro realmente gasta mais energia ao ser ligado para acionar a tela e os drivers. Isso dura alguns segundos, o que não justifica deixá-lo ligado sem uso por muito tempo.
- A economia de energia depende de outros fatores. Uma tela de LCD gasta 50% menos que um monitor antigo. O consumo também aumenta em ambientes mais quentes.
- Se eu trocar minha geladeira antiga por um modelo que gasta menos energia, não estarei gerando mais lixo? Você não precisa descartar sua geladeira em lixões. Se ela ainda funciona, procure doá-la. Algumas prefeituras, como a de São Paulo, recolhem esse tipo de equipamento. Há também cooperativas que reciclam parte do eletrodoméstico.
- As fraldas descartáveis geram grande quantidade de lixo. Mas quem aceitaria voltar para a fralda de pano? As de pano realmente seriam menos agressivas, já que as descartáveis levam até 500 anos para se decompor. Nos Estados Unidos, já existe uma opção mais ecológica, da gDiapers. Ela tem uma calça plástica lavável e, dentro, um refil absorvente e biodegradável, que pode, segundo o fabricante, ser jogado na privada.
- Dizem que é importante separar embalagens de alimentos para reciclagem. Mas eu não desperdiço água para lavá-las? Você deve lavá-las, mas basta uma limpeza rápida. Gasta-se menos água nessa lavagem do que o necessário para fabricar uma embalagem nova, sem reciclagem.
- Há locais onde se coleta o óleo de cozinha usado para transformá-lo em biodiesel. Vale a pena gastar o combustível de meu carro para levá-lo até lá? Não saia de casa só para entregar o óleo. Aproveite quando o local de coleta fizer parte de seu caminho. Lojas do Pão de Açúcar já recebem óleo de cozinha em todo o Estado de São Paulo. Reciclar o óleo de cozinha também evita que ele seja jogado na pia. O óleo se mistura com a água e atrapalha o tratamento de esgotos.
- Onde devo jogar o papel higiênico usado? No cesto, gera mais volume de lixo. E, no vaso, não atrapalha o tratamento de esgoto? Em cidades onde o esgoto é tratado, o papel pode ir para a privada. Em países da Europa, é comum não encontrarmos lixeiras nos banheiros. Mas jogar o papel no lixo também não faz mal. Nos aterros, ele demora pouco para se decompor.
- No trabalho, é melhor usar copos descartáveis ou levar a própria caneca de cerâmica? Afinal, os de plásticos são recicláveis e, quando as canecas quebram, a produção de uma substituta consome água e energia. A caneca de cerâmica é melhor. Outra opção é a de alumínio, que não quebra e é reciclável. Nem sempre os copos de plástico são separados do lixo comum e encaminhados para a reciclagem. Nos lixões, eles demoram mais de cem anos para se decompor.
Disponível em: Revista Época em 31/03/2008
sábado, 17 de maio de 2008
Meia Amazônia NÃO
Conheça a campanha divulgada pelo Greenpeace contra a lei que permite a derrubada de 50% da Floresta Amazônica.
http://www.youtube.com/watch?v=KiHqL7YXbes
"Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para todas as florestas brasileiras e, em especial, a amazônica. O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.
O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte. Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior. Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.
O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.
Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.
Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição. A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005."
Disponível em: http://www.meiamazonianao.org.br/
É importante a assinatura no abaixo-assinado... E a divulgação da campanha.
Não deixe derrubarem a Amazônia na frente de seus olhos! MEXA-SE, assine e divulgue!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Fécula de mandioca pode substituir isopor em bandejas de alimentos
Toda vez que você vai ao mercado comprar um pouco de queijo fatiado, pão-de-queijo, ou seja lá o que for, você volta para a casa com uma bandejinha de isopor? E depois? O que fazer com ela? Não foi possível até hoje medir o tempo de decomposição do isopor, tornando esse material um grande poluidor ambiental.
Leia agora uma reportagem que pode mudar, pelo menos um pouco, essa situação:
Um dos maiores desafios para o mercado, consumidores e governos, neste início de século XXI, é solucionar a questão que envolve a alarmante produção diária de resíduos sólidos. No final deste mês, o Brasil começará a assistir a chegada de inovadoras embalagens biodegradáveis ao mercado, feitas a partir da fécula da mandioca. Elas poderão substituir as usuais bandejas e recipientes de isopor e plástico, que acondicionam alimentos e outros produtos encontrados em supermercados, padarias e comércio em geral.
A história do desenvolvimento desse produto absolutamente pioneiro e inovador no País, e talvez no mundo, foi contada pelo empresário e engenheiro Cláudio Rocha Bastos, autor da ousada e feliz iniciativa, no evento Agronegócios e Inovação, promovido até esta sexta-feira (7) pelo Sebrae Nacional em Brasília. Ele é diretor e fundador da Cbpak Tecnologia, uma pequena indústria criada em 2002, sediada no município paulista de São Carlos.
A preocupação com o volume de resíduos sólidos, produzidos e descartados pela humanidade diariamente em aterros sanitários, lixões, e até descuidadamente no meio ambiente, moveu Bastos. Nos últimos anos, a busca por tecnologias para produzir embalagens biodegradáveis, a serem colocadas no mercado em escala industrial, se tornou uma saudável obsessão. “Tinha a visão de que alguma coisa tinha que ser feita para reduzir os resíduos sólidos no mundo”, disse Bastos.
Em sua palestra, na quarta-feira (5), o empresário contou toda a trajetória percorrida, nos últimos sete anos, até o momento atual, véspera da entrada do inédito produto da Cbpak Tecnologia no mercado nacional. “Para inovar, não se pode perder o foco”, aconselhou Bastos. Ele revelou as dificuldades e obstáculos vencidos para chegar ao produto final, seu patenteamento e certificação do Cetea (Centro de Tecnologia em Embalagens). “ Meu produto é uma solução biodegradável para embalagens”, resumiu.
A equipe da Cbpak é composta por 20 funcionários. Até o final do ano, deverá saltar para 70 ou 100 colaboradores, estima o empresário. “Possuímos equipe própria de Desenvolvimento e Pesquisa (P&D)”, ressaltou. Os primeiros lotes de bandejas biodegradáveis, em vários formatos, vão atender o setor de alimentos.
O segundo setor a ser atendido pela Cbpak deverá ser o de reflorestamento, plantas e jardinagem. “Vamos produzir tubetes e vasos”, avisou. Essas embalagens que vão acondicionar mudas, por exemplo, poderão ser plantadas literalmente no solo, sem necessidade de serem retiradas, como ocorre com os sacos e vasos plásticos. “Não temos ainda escala industrial, mas nosso produto é competitivo em preço”, informou.
A tendência é de que o preço baixe na medida em que as vendas aumentem. As fecularias de mandioca são as fornecedoras da Cbpak. No plano de negócios da empresa, está prevista a instalação de unidades de produção próximas a centros industriais, atacadistas, entre outros. “Trata-se de um produto leve e não queremos depender de transporte”, observou. Como a mandioca é matéria-prima abundante em todo o território nacional, Bastos prevê que será possível montar unidades de produção das embalagens biodegradáveis em diferentes regiões do País. O site da empresa deverá entrar no ar, na próxima semana: www.cbpak.com.br
Reportagem disponível em http://www.rts.org.br/noticias/destaque-1/fecula-de-mandioca-pode-substituir-isopor-em-bandejas-de-alimentos/?searchterm=res%C3%83%C2%ADduos
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Pegada Ecológica
Entre:
http://www.earthday.net/footprint/index.asp
E descubra quantos planetas Terras precisaríamos se todos fossem como você!
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Apresentando
Olá!
Primeira postagem no blog!
Alguns esclarecimentos:
Divulgamos notícias, soluções, protestos e outras coisas relacionadas ao meio ambiente.
Sinta-se a vontade para críticas, sugestões, para a melhoria do blog!
Até a próxima postagem!







