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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Situação do Planeta Água


Clique na figura para ampliar

Como evitar o desperdício

Evite o desperdício de água!
Abaixo, algumas situações e soluções:

* Bacia Sanitária
No Brasil, cada bacia sanitária utiliza em média 12 litros de água tratada. O desperdício é agravado pelo grande número de bacias sanitárias antigas que apresentam alto consumo.
Solução: trocar as bacias sanitárias antigas por outras mais modernas.

* Vazamento em torneiras
Torneiras antigas e mal vedadas podem causar um desperdício de até 6500 litros de água por mês.
Solução: acabar com o pinga-pinga trocando a torneira por uma de melhor qualidade, fazendo a manutenção necessária.

* Chuveiro
Um banho de 15 minutos consome, com uma ducha de alta pressão, por volta de 135 litros de água.
Solução: Reduzir o tempo de chuveiro aberto, desligando-o quando estiver se ensaboando e retornando a liga-lo apenas quando for enxaguar-se.

* Escovando os dentes ou fazendo a barba
Se essas duas operações forem feitas em 5 minutos com a torneira aberta, o consumo pode chegar a 80 litros de água, o suficiente para uma pessoa beber por 40 dias.
Solução: manter a torneira fechada e só abrir quando necessário. Fazendo isso, o consumo cai para 2 litros. Uma economia de 78 litros.

*Lavando a calçada
Não há desperdício maior que lavar calçadas e quintais.
Solução: usar uma boa vassoura e balde.

* Lavando o carro
Lavar o carro durante 30 minutos, com abertura de meia volta na torneira, consome de 215 a 560 litros.
Solução: usar um balde de 10 litros para molhar o carro e mais três para enxaguar. Assim é possível lavar o carro com 40 litros de água, uma economia significativa.


Agora, é só colocar em prática e fazer disso seu hábito.

"Adquira bons costumes. Eles são tão difíceis de serem quebrados quanto os maus."


Baseado em: Guia Docol do Uso Racional da Água

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Para quem quer ser mais ecológico

Respostas para quem quer ter atitudes ecologicamente corretas – mas ainda não sabe como agir.

- Algumas pessoas acreditam que o computador gasta muita energia para ser ligado. É mais econômico deixá-lo em estado de espera por algumas horas? O micro realmente gasta mais energia ao ser ligado para acionar a tela e os drivers. Isso dura alguns segundos, o que não justifica deixá-lo ligado sem uso por muito tempo.

- A economia de energia depende de outros fatores. Uma tela de LCD gasta 50% menos que um monitor antigo. O consumo também aumenta em ambientes mais quentes.

- Se eu trocar minha geladeira antiga por um modelo que gasta menos energia, não estarei gerando mais lixo? Você não precisa descartar sua geladeira em lixões. Se ela ainda funciona, procure doá-la. Algumas prefeituras, como a de São Paulo, recolhem esse tipo de equipamento. Há também cooperativas que reciclam parte do eletrodoméstico.

- As fraldas descartáveis geram grande quantidade de lixo. Mas quem aceitaria voltar para a fralda de pano? As de pano realmente seriam menos agressivas, já que as descartáveis levam até 500 anos para se decompor. Nos Estados Unidos, já existe uma opção mais ecológica, da gDiapers. Ela tem uma calça plástica lavável e, dentro, um refil absorvente e biodegradável, que pode, segundo o fabricante, ser jogado na privada.

- Dizem que é importante separar embalagens de alimentos para reciclagem. Mas eu não desperdiço água para lavá-las? Você deve lavá-las, mas basta uma limpeza rápida. Gasta-se menos água nessa lavagem do que o necessário para fabricar uma embalagem nova, sem reciclagem.

- Há locais onde se coleta o óleo de cozinha usado para transformá-lo em biodiesel. Vale a pena gastar o combustível de meu carro para levá-lo até lá? Não saia de casa só para entregar o óleo. Aproveite quando o local de coleta fizer parte de seu caminho. Lojas do Pão de Açúcar já recebem óleo de cozinha em todo o Estado de São Paulo. Reciclar o óleo de cozinha também evita que ele seja jogado na pia. O óleo se mistura com a água e atrapalha o tratamento de esgotos.

- Onde devo jogar o papel higiênico usado? No cesto, gera mais volume de lixo. E, no vaso, não atrapalha o tratamento de esgoto? Em cidades onde o esgoto é tratado, o papel pode ir para a privada. Em países da Europa, é comum não encontrarmos lixeiras nos banheiros. Mas jogar o papel no lixo também não faz mal. Nos aterros, ele demora pouco para se decompor.

- No trabalho, é melhor usar copos descartáveis ou levar a própria caneca de cerâmica? Afinal, os de plásticos são recicláveis e, quando as canecas quebram, a produção de uma substituta consome água e energia. A caneca de cerâmica é melhor. Outra opção é a de alumínio, que não quebra e é reciclável. Nem sempre os copos de plástico são separados do lixo comum e encaminhados para a reciclagem. Nos lixões, eles demoram mais de cem anos para se decompor.

Disponível em: Revista Época em 31/03/2008

sábado, 17 de maio de 2008

Meia Amazônia NÃO

Conheça a campanha divulgada pelo Greenpeace contra a lei que permite a derrubada de 50% da Floresta Amazônica.

http://www.youtube.com/watch?v=KiHqL7YXbes

"Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para todas as florestas brasileiras e, em especial, a amazônica. O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.

O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte. Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior. Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.

O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.

Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.

Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição. A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005."



Disponível em: http://www.meiamazonianao.org.br/

É importante a assinatura no abaixo-assinado... E a divulgação da campanha.
Não deixe derrubarem a Amazônia na frente de seus olhos! MEXA-SE, assine e divulgue!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Fécula de mandioca pode substituir isopor em bandejas de alimentos

Toda vez que você vai ao mercado comprar um pouco de queijo fatiado, pão-de-queijo, ou seja lá o que for, você volta para a casa com uma bandejinha de isopor? E depois? O que fazer com ela? Não foi possível até hoje medir o tempo de decomposição do isopor, tornando esse material um grande poluidor ambiental.
Leia agora uma reportagem que pode mudar, pelo menos um pouco, essa situação:

Um dos maiores desafios para o mercado, consumidores e governos, neste início de século XXI, é solucionar a questão que envolve a alarmante produção diária de resíduos sólidos. No final deste mês, o Brasil começará a assistir a chegada de inovadoras embalagens biodegradáveis ao mercado, feitas a partir da fécula da mandioca. Elas poderão substituir as usuais bandejas e recipientes de isopor e plástico, que acondicionam alimentos e outros produtos encontrados em supermercados, padarias e comércio em geral.

A história do desenvolvimento desse produto absolutamente pioneiro e inovador no País, e talvez no mundo, foi contada pelo empresário e engenheiro Cláudio Rocha Bastos, autor da ousada e feliz iniciativa, no evento Agronegócios e Inovação, promovido até esta sexta-feira (7) pelo Sebrae Nacional em Brasília. Ele é diretor e fundador da Cbpak Tecnologia, uma pequena indústria criada em 2002, sediada no município paulista de São Carlos.

A preocupação com o volume de resíduos sólidos, produzidos e descartados pela humanidade diariamente em aterros sanitários, lixões, e até descuidadamente no meio ambiente, moveu Bastos. Nos últimos anos, a busca por tecnologias para produzir embalagens biodegradáveis, a serem colocadas no mercado em escala industrial, se tornou uma saudável obsessão. “Tinha a visão de que alguma coisa tinha que ser feita para reduzir os resíduos sólidos no mundo”, disse Bastos.

Em sua palestra, na quarta-feira (5), o empresário contou toda a trajetória percorrida, nos últimos sete anos, até o momento atual, véspera da entrada do inédito produto da Cbpak Tecnologia no mercado nacional. “Para inovar, não se pode perder o foco”, aconselhou Bastos. Ele revelou as dificuldades e obstáculos vencidos para chegar ao produto final, seu patenteamento e certificação do Cetea (Centro de Tecnologia em Embalagens). “ Meu produto é uma solução biodegradável para embalagens”, resumiu.

A equipe da Cbpak é composta por 20 funcionários. Até o final do ano, deverá saltar para 70 ou 100 colaboradores, estima o empresário. “Possuímos equipe própria de Desenvolvimento e Pesquisa (P&D)”, ressaltou. Os primeiros lotes de bandejas biodegradáveis, em vários formatos, vão atender o setor de alimentos.

O segundo setor a ser atendido pela Cbpak deverá ser o de reflorestamento, plantas e jardinagem. “Vamos produzir tubetes e vasos”, avisou. Essas embalagens que vão acondicionar mudas, por exemplo, poderão ser plantadas literalmente no solo, sem necessidade de serem retiradas, como ocorre com os sacos e vasos plásticos. “Não temos ainda escala industrial, mas nosso produto é competitivo em preço”, informou.

A tendência é de que o preço baixe na medida em que as vendas aumentem. As fecularias de mandioca são as fornecedoras da Cbpak. No plano de negócios da empresa, está prevista a instalação de unidades de produção próximas a centros industriais, atacadistas, entre outros. “Trata-se de um produto leve e não queremos depender de transporte”, observou. Como a mandioca é matéria-prima abundante em todo o território nacional, Bastos prevê que será possível montar unidades de produção das embalagens biodegradáveis em diferentes regiões do País. O site da empresa deverá entrar no ar, na próxima semana: www.cbpak.com.br

Reportagem disponível em http://www.rts.org.br/noticias/destaque-1/fecula-de-mandioca-pode-substituir-isopor-em-bandejas-de-alimentos/?searchterm=res%C3%83%C2%ADduos


quarta-feira, 14 de maio de 2008

Pegada Ecológica

Quer saber qual é o tamanho da sua pegada?
Entre:

http://www.earthday.net/footprint/index.asp

E descubra quantos planetas Terras precisaríamos se todos fossem como você!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Apresentando

Olá!
Primeira postagem no blog!

Alguns esclarecimentos:
Divulgamos notícias, soluções, protestos e outras coisas relacionadas ao meio ambiente.

Sinta-se a vontade para críticas, sugestões, para a melhoria do blog!

Até a próxima postagem!